quinta-feira, 30 de abril de 2009

Para alunos, lousa digital e laptops tornam aulas mais interessantes

Não é dia de prova, mas o silêncio e a concentração dominam a sala de aula. Nem parece uma classe de 8ª série de uma escola pública. Os alunos dividem olhares entre a lousa digital e os laptops (classmates), que substituíram o quadro negro e caderno e lápis, respectivamente.

Estes equipamentos fazem parte do material didático de 2650 alunos de 5ª a 8ª série da rede municipal de Campo Limpo Paulista. O projeto, que recebeu o nome de e-Tech, A Escola do Século 21, está em andamento na Emef Vila Thomazina e em fase de implantação nas demais escolas municipais.

A chegada da e-Tech na rede municipal tornou as aulas muito mais atraentes. Quem atesta são os próprios alunos. Para o estudante Leonardo Cunha de Carvalho, de 13 anos, as aulas ficaram mais interessantes com a lousa digital e o laptop. “A aula fica mais interativa e dinâmica. Não imaginava que isso pudesse acontecer em uma escola pública”, diz.

Para a aluna Dayane Xavier Galvão, de 14 anos, a novidade acabou com a monotonia. “O interesse e a curiosidade pela matéria aumentam, pois o computador permite ao aluno pesquisar o assunto em tempo real por meio da Internet”, observa.

Segundo a professora de Língua Portuguesa, Silvia Cristina Miranda, as ferramentas enriquecem as aulas, aumentando a interatividade entre professor e aluno. “O aluno vê o conteúdo da lousa digital e se surge uma dúvida, imediatamente ele é esclarecida com a ajuda da Internet”.

O conteúdo digital da aula inclui dinâmicas educacionais e questões on-line. “Ao mesmo tempo em que aprende, o aluno se diverte com as gincanas. Uma aula que antes levava 50 minutos agora é dada em 15. Até agora, só vi benefícios, inclusive a sala ficou muito mais tranqüila”, salienta a professora.

Experiência

A implantação da e-Tech foi motivada nos bons resultados obtidos em uma experiência, realizada no último bimestre de 2007, na EMEF Luiz de Carvalho. Com o projeto piloto, constatou-se que com a chegada das novas ferramentas em sala de aula houve um significável aumento do interesse do aluno pelas aulas. Pesquisa realizada pela direção da escola mostrou que em comparação aos demais meses do ano letivo o número de faltas reduziu 26% e o número de notas vermelhas reduziu 68%.

Concebido em parceria com o Grupo Klick – empresa de tecnologia e serviços educacionais – o sucesso do projeto piloto, chamado de Programa Florescer, foi alcançado graças a intensiva capacitação dos professores, aplicação de conteúdo pedagógico interativo e monitoria em sala de aula. Na e-Tech, aproximadamente 35% do conteúdo pedagógico das aulas é estudado através do classmate.

Pautada nos bons resultados, a Prefeitura adquiriu 1.500 laptops e 43 lousas digitais para dar continuidade ao projeto. Segundo a secretária municipal de Educação, Renata Patelli Basso, o ano de 2008 foi de preparação para a implantação da e-Tech. Foram comprados os materiais necessários - lousas digitais, projetores, servidores, computadores e roteadores – e as escolas passaram por obras de infra-estrutura para adaptar as salas para receberem os novos equipamentos.

Além disso, os professores passaram, semanalmente, por treinamento, que incluiu a utilização da lousa digital e das dinâmicas educacionais. “Todo este investimento feito pela Prefeitura em educação visa preparar os jovens para o futuro, facilitando seu acesso ao mercado de trabalho”, assinala Renata.

Inclusão digital

Desde 2007, a Prefeitura desenvolve uma política educacional aliada à tecnologia. Todas as escolas municipais da cidade possuem laboratórios de informática e os alunos concluem o ensino fundamental com conhecimento básico em informática. Além disso, desde 2007, estão em funcionamento três grandes Centros Municipais de Informática (CMIs) que em um ano já formaram 4.500 pessoas em cursos básicos e avançados. O objetivo de toda essa estrutura é tornar a cidade em um pólo acadêmico de tecnologia, formando mão-de-obra qualificada em Tecnologia da Informação (TI) e, com isso, atrair empresas do ramo para o município.

Apesar de ser uma iniciativa da prefeitura, a concretização dos Centros Municipais de Informática só foi possível graças a importantes parcerias, uma delas é com a maior empresa de TI do mundo, a Microsoft. Campo Limpo Paulista foi a primeira cidade da América Latina a implantar integralmente todos os programas de formação e certificação da área Educação, disponibilizados pela Microsoft que também é responsável por todo conteúdo pedagógico e pela certificação dos cursos ministrados nos CMIs e nos laboratórios das escolas, logo todos os alunos que estão freqüentando os Centros de Informática e também os estudantes da rede municipal vão ter em seus currículos um curso certificado pela maior empresa de informática do mundo.

Em números, hoje Campo Limpo Paulista possui 2.400 computadores disponíveis gratuitamente para a população. São 4.500 pessoas já formadas e a mesma quantidade cursando novos cursos. Nas escolas, 5.400 alunos do Ensino Fundamental já estão tendo seu primeiro contato com a informática.

EQUIPE DA OFICINA PEDAGÓGICA - 2009

COORDENADORES

ENSINO FUNDAMENTAL I
Adriana de Cassia Gallani Xavier Rodrigues

ENSINO FUNDAMENTAL II
Catia Regina Pereira

ATPs
(Assistente técnico pedagógico)

PORTUGUÊS:
Márcia Izzume Itida de Carvalho Corrêa

MATEMÁTICA:
Simone Ferreira de Carvalho Capovilla (Ensino Fundamental I)
Eduardo Alba (Ensino Fundamental II)

ARTE
Maria das Dores de Paiva
Marisa Lanfranchi

EQUIPE DE INCLUSÃO

PEDAGOGA
Patrícia Cenciani Amaral

PSICOPEDAGOGAS
Débora Cristina Raguza
Jussara Alencar
Luciane Vicentini
Maria Aparecida Ferreira
Silvia Cristina Sebastião

PSICÓLOGAS
Fernanda Ferracini
Lenita Peres Maciel Romanato
Luciana Maria de Lima

FONOAUDIÓLOGA
Paula Nogueira Rezende

terça-feira, 17 de junho de 2008

O TRABALHO DO ASSISTENTE TÉCNICO PEDAGÓGICO DE MATEMÁTICA

ATP DE MATEMÁTICA
Simone Ferreira Carvalho Capovilla
Os professores que ensinam Matemática nas primeiras séries (diga­mos, da primeira à quarta) muitas vezes sentem seus alunos tolhidos e como que não encontrando ambiente propício para o desenvolvimento de suas potencialidades. Algo parecido também é sentido quando com­param a vivência do aluno na Escola com a sua vivência fora dela. Por outro lado, a disciplina é considerada muito importante e a aprendiza­gem matemática, sob um certo aspecto estrito, também (uma reforçando a outra); resulta que não vêem comumente como harmonizar tais requisitos com aulas onde o aluno se sinta razoavelmente livre e propenso a se dedicar significativamente.
De um modo geral, as perplexidades, os erros, as irrelevâncias e os devaneios dos alunos são considerados prejudiciais, pois a focalização é na obtenção de respostas certas no menor tempo possível, o que corres­ponde a "cumprir o programa". Artifícios para que se obtenham tais respostas são elaborados, porque não há tempo para que os alunos compreendam razoavelmente o que se vai passando. Tudo isso reprime a fantasia, a iniciativa e a espontaneidade do aluno, que se refugia em uma rotina segura, mas que quase não ilumina, enquanto o professor alega que é o que se pode fazer. O contraste entre o "brincar" e o "estudar" é enfatizado, sendo a aula naturalmente para estudar.
Mas nem sempre é isso o que acontece na vivência escolar. Quando o professor usa materiais diversos ou jogos, por exemplo, parece tornar a criança mais alerta e participativa. E o professor sente mais aventura e prazer em seu trabalho. Algo semelhante acontece com a resolução de problemas não-rotineiros, caso seja dada oportunidade aos alunos de tentarem bastante por si próprios a busca das soluções. Comumente, como em outros casos, o professor acha que deve ter paciência com as "tolices" das crianças, quando, com a sensibilidade despertada, pode bem observar que é da "tolice" das crianças que eventualmente brotam caminhos para as soluções e que simplesmente parece não haver outra maneira, a não ser que sejam impostas.
Nosso objetivo é tentar ser um auxiliar para os professores, nas referi­das séries, Vamos tentar despertar a sensibilidade dos mestres para um encanto novo que pode emergir na Escola e que brota essencialmente do incentivar os alunos para a aventura de formular e resolver problemas a que se apeguem naturalmente. A fantasia, a irrelevância e os erros vão fazer parte desta aventura, mas o pro­fessor, antes de ser movido a ter paciência com isso, talvez melhor seria deixar-se levar por sua força mágica. No sonho, irrelevância e erro pode estar escondida uma lição maior do que a que se estava pretendendo en­sinar.
Mesmo para os professores que, por um motivo ou outro, não estejam propensos a maiores mudanças em seu ensino, é uma con­tribuição valiosa. É resultado de um prolongado preparo e de uma longa experiência do I.Q.E (Instituto de Qualidade no Ensino) no aperfeiçoamento de professores que atuam nessas séries e foi cuidadosa e habilmente trabalhado de modo a poder ser útil no que se tem revelado como uma das maiores dificuldades nesse nível.
Entendemos a intervenção pedagógica como o conjunto das ações educativas prati­cadas com o objetivo de promover o desen­volvimento dos indivíduos de maneira global. Essa intervenção tende a ser mais significati­va à medida que consegue tocar as emoções dos alunos. Então fomos em todas as escolas municipais buscando a formação continuada do professor onde, pretendemos esclarecer os princípios que fundamentam nossa pro­posta e a organização estrutural da formação continuada; co­mentar atividades nas quais seria interessante dialogar com o professor, e sugerir atividades extras que poderiam enriquecer ainda mais o trabalho em sala de aula, como por exemplo, apostilas enviadas as escolas com sugestões de atividades por séries.
A arte de ensinar e algumas teorias novas sobre a aprendizagem estão hoje no centro de um debate efervescente. Já estamos muito longe daquela crença segundo a qual os alu­nos aprendem pela simples apresentação de ideias logicamente encadeadas ou pela repetição exaustiva de exercícios de aplicação de teorias. Já não é também suficiente acredi­tar na aprendizagem pelo contato direto com materiais "concretos".
OBJETIVOS
  • Acompanhamento e controle da aprendizagem desenvolvida pelos alunos;
  • Seleção e priorização de conteúdos;
  • Conduzir um processo de formação continuada considerando os princípios e fundamentos dos Parâmetros Curriculares Nacionais e suas implicações pedagógicas;
  • Seleção e priorização das expectativas quanto “as habilidades a serem desenvolvidas pelos alunos”;
  • Observação e avaliação das situações didáticas para revê-las e/ou reforçá-las;
  • Socialização das estratégias utilizadas nas resoluções de situações-problemas;
  • Socialização das estratégias utilizadas nas operações;
  • Criar formas de avaliação dos conhecimentos dos alunos e seus avanços;
  • Formação contínua do professorado com oficinas com profissionais da área;
  • Formação contínua do professorado com cursos ministrado por profissionais da área;
  • Formação contínua do professorado com oficinas e cursos ministrados pelas A.T.P(s);
  • Fazer com que os professores do município tenham uma postura investigativa na busca dos elementos necessários para o conhecimento dos conteúdos e compreensão das conceitualizações dos alunos;
  • Domínio da linguagem técnica;
  • Elaboração de relações construtivas com os alunos;
  • Organizar o estudo e estimular a reflexão do professor levando em conta os saberes e a prática desse professor;
  • Estimular a participação do professor em trabalho de equipe;

SUGESTÕES DE ATIVIDADES DE INGLÊS PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

ATP de INGLÊS
Claudeli Nunes Moreira César de Camargo
ATIVIDADE 1
TODAY’S CALENDAR (O CALENDÁRIO DE HOJE)

DURAÇÃO: 5 minutos
OBJETIVO: Familiarizar as crianças com dias da semana e vocabulário sobre climas.
MATERIAL: Cartolina (ou EVA), canetinha, tesoura, cola.
PROCEDIMENTO: Na primeira aula do mês, monte com as crianças o calendário mensal, colocando os dias da semana e os possíveis climas: sol (sun), ensolarado (sunny), chuva (rain), chuvoso (rainy), vento (Wind), com vento (windy), nuvem (cloud), nublado (cloudy). No começo de cada aula pergunte aos alunos como está o tempo. Eles devem completar o calendário com desenhos ou com peças de EVA montadas previamente. Cante alguma música relacionada ao tema, como, por exemplo: “There are Seven Days in a Week” (música retirada do DVD Barney goes to School, que pode ser comprado em grandes magazines).

There are seven days, there are seven days
There are seven days in a week
There are seven days, there are seven days
There are seven days in a week
Sunday, Monday, Tuesday, Wednesday
Thursday, Friday, Saturday
Sunday, Monday, Tuesday, Wednesday
Thursday, Friday, Saturday


ATIVIDADE 2
4 CORNERS GAME

DURAÇÃO: 10 a 15 minutos
MATERIAL: 4 figuras ou flashcards sobre Weather, CD e CD player.
OBJETIVO: A criança deve identificar o vocabulário previamente estudado.
PROCEDIMENTO: Coloque 4 figuras ou flashcards nos cantos da sala. As crianças iniciam o jogo no meio da sala. A professora diz uma das palavras, por exemplo: Windy. As crianças devem escolher o canto em que acham que a palavra correta está. Você pode pedir às próprias crianças para que comandem o jogo.
VARIAÇÃO: Coloque uma música para tocar e os motive a dançar. Quando a música parar, peça às crianças para escolher um canto e ficar nele. Então, tire de uma sacola algum flashcard relacionado ao canto. Por exemplo: sea, sun. As crianças que estiverem no canto de outros objetos/climas devem sair do jogo. E assim por diante.


ATIVIDADE 3
CLAP YOUR HANDS 1, 2, 3 (Bata Palmas 1, 2, 3)

DURAÇÃO: 5 minutos
OBJETIVO: Aquecer para a aula e/ou revisar conteúdo que já foi trabalhado previamente.
MATERIAL: Nenhum material específico.
PROCEDIMENTO: Escolha algum tópico que as crianças tenham domínio (cores, números, animais, frutas etc.) e comece a falar palavras soltas referentes ao tópico (por exemplo: banana, apple, orange, lemon, pink). A criança deve bater palmas quando ouvir algo que não pertence ao conjunto.


ATIVIDADE 4
FACES WORKSHOP (OFICINA DE ROSTO)


DURAÇÃO: 15 A 20 MINUTOS
OBJETIVO: Aprender o vocabulário sobre partes do rosto.
MATERIAL: Deixe já preparados vários recortes de revistas com olhos, bocas, narizes, orelhas (cada recorte numa mesa ou canto diferente), cola e folhas de papel A4, uma para cada aluno.
PROCEDIMENTO: Esta é uma atividade para ser feita quando você estiver ensinando parts of the body. Cada criança terá uma folha de papel para que ela cole os recortes. Diga uma palavra referente à parte do rosto que quer que as crianças peguem, por exemplo: Eyes! One, two, three, go!!! E as crianças pegam rapidamente de acordo com seu comando e colam na folha, assim vai se repetindo com as outras partes do rosto, até que completem suas colagens. Você pode aproveitar para fazer um mural.


ATIVIDADE 5
HANGING CLOTHES (VARAL DE ROUPAS)

DURAÇÃO: 20 minutos
OBJETIVO: Exercitar o vocabulário de roupas e as respectivas cores.
MATERIAL: Corda de varal ou barbante, pregadores, roupas de papel, previamente preparadas pela a professora, de acordo com o vocabulário que pretende explorar.
PROCEDIMENTO: Combine com seus alunos que eles ajudarão a estender as roupas “lavadas”. Pendure, então, as roupas no varal, explorando os detalhes, por exemplo: Hang a pair of blue socks on the left. Hang a pink shirt between the socks and the skirt. Explore o vocabulário que estiver trabalhando em relação a roupas.
VARIAÇÃO: As crianças podem desenhar seu próprio varal em uma folha de sulfite A4, e criar livremente as peças. Pode-se dar continuidade à atividade trabalhando em pares para que cada um conte ao colega como ficou seu varal.


ATIVIDADE 6
MATCHING SHAPES GAME (ENCONTRE A FORMA CORRETA)

DURAÇÃO: 5 minutos
OBJETIVO: Revisar as formas geométricas e cores.
MATERIAL: Figuras geométricas em dois tamanhos diferentes. As cores das mesmas formas não devem se repetir.
PROCEDIMENTO: Cada criança terá sua vez de pegar uma figura grande uma pequena para formar um par. Tenha um número de figuras maior que o de alunos na aula. Incentive a criança a falar a forma que está pegando: circle, square, triangle, rectangle, heart, diamond. Se já tiveram aprendido big/small, peça que acrescentem. Para crianças mais velhas solicite a frase: This is a square. This is a small square.
VARIAÇÃO: Trabalhar com os pares de cores.